novembro 08, 2026
O poder do som, por Surendra Nagaraju
Entre a bandeira e o abraço
Tsukuihama: Crônica por Jacky Man-leuk Yuen
Tudo: As contradições e harmonias da nossa essência
O Rei da Guitarra e o Dono da Caneta
O mundo é mais barato que uma avelã
Margarida amiga
Últimas Notícias
O poder do som, por Surendra Nagaraju Entre a bandeira e o abraço Tsukuihama: Crônica por Jacky Man-leuk Yuen Tudo: As contradições e harmonias da nossa essência O Rei da Guitarra e o Dono da Caneta O mundo é mais barato que uma avelã Margarida amiga

José Coutinho de Oliveira: Nobilistica

image_print

Jose Coutinho de Oliveira – Dissidência antropológica

Para o bem da ciência e da humanidade, alguns antropólogos resolveram desvincular a paleoantropologia da antropologia. Nascia assim a antropologia antievolucionista. A primeira escola antropológica antievolucionista foi a Difusionista que se subdivide em inglesa, alemã-austríaca e a norte-americana. Na escola alemã destacam-se os antropólogos Fritz Graebner, Friedrich Ratzel, ” pai do conceito espaço vital” que dizia que os povos mais desenvolvidos têm o direito de administrar os mais atrasados, Léo Frobénius e Wilhelm Schimidt; na escola inglesa Elliot Smith, J. Perry e W.R.R. Rivers. Na escola norte-americana o destaque é o antropólogo Franz Boas (1848-1942). A segunda escola antievolucionista e também antidifusionista é a Funcionalista. ” Essa escola dá ênfase ao estudo das instituições, formas de organizações sociais e culturais e das suas funções para a manutenção do conjunto cultural, da totalidade da cultura de um determinado povo.” In ” Teorias antropológicas” da learncafe.com, pg. 15. Um dos seus protagonistas foi Bronislaw Malinowski (1884-1942). Malinowski encontra-se entre os precursores do trabalho de campo, fora dos gabinetes, no fazer antropológico.

José Coutinho de Oliveira

Helio Rubens
Últimos posts por Helio Rubens (exibir todos)
PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
Acessar o conteúdo