Natureza que acalma
Observo o seu descansar, a serenidade do rio descendo, calmo no leito que escolheu. E as matas sentindo brisas, da tarde que vem chegando, e eu contemplativo…
Observo o seu descansar, a serenidade do rio descendo, calmo no leito que escolheu. E as matas sentindo brisas, da tarde que vem chegando, e eu contemplativo…
A flor enrubesceu, ao beijo do colibri, e duas lágrimas rolaram, de timidez e de emoção! ‘Naturália’: Poema minimalista do poeta Sergio Diniz da Costa
Quando a última lágrima cair, quando a última borboleta bater as asas e o verde não mais existir, O que será de nossas casas? Quando a abundância for um mito…
As águas ouvem nos rios minha poesia; Os pássaros tecem nas árvores minha esperança; As flores cantam nas matas meus…
Se eu pudesse… Jairo ValioÉ natural da cidade de Pilar do Sul, mas foi para Sorocaba com apenas 14 anos, onde formou-se Técnico em Contabilidade. Trabalhou em diversas Instituições Financeiras durante 38 anos como Gerente, aposentando-se no Banco Safra S/A. É membro
Se você fosse Virginia AssuncaoMaria Virgínia de Assunção Feitosa Gomes, natural de Maceió/AL, residente há muitos anos em Aracaju/SE. É Professora licenciada em Letras Português/Francês; licenciada em Pedagogia e Jornalista. Pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura e em Psicopedagogia Institucional e Clínica.
Las manos Sergio Diniz da CostaNatural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e