Pegasus
Pegasus, teus olhos inquietos, gavetas do infinito sombreiam meu corpo de vento e de paz. Pegasus, meu alado bastião, perfume de pitangueira, atravessando a…
Pegasus, teus olhos inquietos, gavetas do infinito sombreiam meu corpo de vento e de paz. Pegasus, meu alado bastião, perfume de pitangueira, atravessando a…
Sob o sol do verão, minha alma dança, no ritmo do jazz, que me satisfaz, notas no ar, eis a leveza que avança, inunda o meu ser, de paz me refaz. Verão, tempo
O mundo clama pela paz, a vida pede que exista esperança que una a humanidade, que encontre, enfim, na igualdade a chama que unifica e permita que haja…
Para aonde caminhas, oh! humanidade? Passados tantos séculos, de dores e tropeços
Por que és tão imatura, e a tua insanidade encerra os teus anseios e recomeços?
Já decorei tua arquitetura, tuas ruelas de pedras, as fachadas coloridas disfarçadas de arco-íris. Já pisei tuas calçadas, bebi tuas águas, tua fala, teu olhar,
Janeiro de paz, para um ano branco. Janeiro de 2024. Paz. Denise Canova (Dama da Poesia), com o poema minimalista ‘Janeiro de paz’.
Natal. E como está o mundo? Estamos na era de Aquários! Todos esperavam muita paz, harmonia e amor entre os povos. Mas, é Natal! E não há amor, tampouco paz…