Naural de São Paulo, Capital, na área acadêmica possui graduação em Licenciatura em História pelo Centro Universitário Central Paulista Unicep - São Carlos (SP), graduação em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano - Ceuclar - Campus de São José do Rio Preto (SP), Técnico em Comércio Exterior pela Faculdades Eficaz – Coronel Fabriciano (MG) e Especialista em Medina y Arte com ênfase em Gilles Deleuze e Equizoanálise onde é também pesquisador do Centro de Medicina y Arte de Rosário Argentina. Na área social é analista político. E, na área literária, poeta, contista, compositor, ensaísta, crítico social e literário e Analista Político.
Clayton Alexandre Zocarato ‘homemágua – hidropoema em descompasso’ torneira do pensamentogoteja-mentemente-goteja um homem se dissolve em copos de silêncioe bebe a si mesmoem goles de ontem azulcrânioveiafluviáriacorposalgadorespirágua o tempo escorrepela palma da mão— ampulheta líquida — gotamar ele é marmas esquece de
Há algo de profundamente inquietante neste tempo — não apenas o excesso de vozes, mas a rarefação do sentido. Em Filosofia, desde Sócrates, o não saber era o…
No cruzamento barulhento da cidade, entre buzinas e pressa, havia um homem encostado no poste do semáforo, dormindo como quem tinha desistido de disputar…
O país acorda com o mesmo barulho de ontem com um rangido metálico como portão de escola pública sem óleo abrindo para ninguém. o sol bate nas fachadas…
O carnaval é uma estação da alma antes de ser uma data no calendário. Ele não começa quando o tambor rufa nem termina quando a quarta-feira amanhece cinza…
O brasileiro aprendeu cedo que o corpo é um território público. Antes mesmo de saber ler, já sabe dançar; antes de saber conjugar verbos, já aprendeu a rebolar