Onde está sua mão, na pandemia levada?
onde está a mão que me afagava suave ou apertada em teus dedos entrelaçada caminho adentro abríamos alamedas entrando no nada levando o tudo alegria furtada…
onde está a mão que me afagava suave ou apertada em teus dedos entrelaçada caminho adentro abríamos alamedas entrando no nada levando o tudo alegria furtada…
O que canta o canto da Santa natureza do observatório do nosso âmago voam dúvidas ou certezas marsupiais ou singelezas? Da floresta ou da janela ouvem-se vozes
Sobre angústias e conflitos da própria aceitação de como se é, se apercebe o jovem num jardim desértico sem se julgar um cravo, sem saber ser rosa.
Ella Dominici: Poema ‘Anatomia das vivas ondas’ Anatomia das vivas ondas! I- De um exílio entre o mar e o céu sendo o pisar em estrela, maré de areia, do outro lado, ilha ensolarada em véus do nada Nua como um dia
O matuto é sedento de paixão desde os dias onde via os animais que se acasalavam. Certas pessoas imaginam os animais e gentes; criativos inventam como eles…
o dia em que tudo do humano é menor que o homem a alma desarma o eu o ventre já não é seu o pensamento descola da saga de nada se embriaga insustentável o corpo
Voo em céu lavanda voo-me nas penas do pássaro lilás-arroxeado que sinto voando com asas aniladas teus grãos sensíveis perfumados de feminino relicário em…