Mago das ironias eternas
Homenagem a Machado de Assis, o ‘Bruxo do Cosme Velho’. O texto exalta sua genialidade, ironia e humanidade, imortalizando sua obra na literatura.
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Homenagem a Machado de Assis, o ‘Bruxo do Cosme Velho’. O texto exalta sua genialidade, ironia e humanidade, imortalizando sua obra na literatura.
O poema reflete sobre a dor de um amor perdido que se revela verdadeiro, trazendo cura, clareza espiritual e a vitória da verdade sobre a zombaria.
O poema mistura erotismo e arquitetura. O eu-lírico exalta as formas, curvas e a perfeição do corpo amado, entregando-se ao desejo e ao êxtase da paixão.
O poema contrasta o medo paralisante diante do desconhecido (o oceano) com a busca por alívio na natureza, culminando em uma metáfora de libertação.
O poema aconselha a ignorar críticas e provocações mesquinhas. Assim como uma águia, a pessoa deve elevar-se acima das negatividades (“corvos”), focando no…
Tenho medo do rio, porque o vejo violento, caudaloso, cheio de cachoeiras e correntezas velozes… Mas eu o admiro… pois é lindo, atraente, e transborda vida.
O poema narra a trajetória de João: um homem simples que planta, espera pela colheita com fé e, após o sucesso da roça, celebra numa festa junina.