Ismaél Wandalika: Poema ‘Borboleta’ BorboletaLeve meus encantos pintados a ILUSÃODescreva meus poemas nas estrelasDê vida e traga compaixãoVoe sem tédio aos ouvidos do universo entoe minhas letras BorboletaVem de longeAbrace o ventoCante meu versoBeije meu terçoNão iluda meu peito Oh!BorboletaQue seu olhar
Olhei pra trás, caminho andado, em cada passo, sonho alado. As decisões, marcas deixei, mas sempre fui eu, à minha lei. Na curva amarga ou na vitória, criei…
Já era noite quando tudo começou. Ficou preto. Por dentro se desfez tudo que era completo, esmagou. Mas eu queria juntar o que estava descolado; sei lá, colar
Na beira do salto o assalto no assombro do fato me escondo em feira de asfalto me compro erário me açoita, escombros no rasto o presságio, tributo vislumbro…
Apego. Livre-se das algemas do apego. Atreva a enfrentar os medos. A vida passa como um vento! Silencie e olhe para dentro de si, quebre as expectativas…
Ser criança é vislumbrar uma vasta planície ressequida, sem verde, sem vida, sem nada e, com seu olhar-cristal, ver Sol, ver chuva, arco-íris e beija-flores.
Ser Sublime… Mulher estratosférica, vista no Espelho D’Água. Sinto Anuviar meu coração, impregnado por uma grande paixão. Onde você estiver, Vou Buscar Você