fevereiro 02, 2026
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Antônio Fernandes do Rêgo: 'As pelejas de Jacó'

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Antônio Fernandes do Rêgo

As pelejas de Jacó

Viveu para viver suas pelejas,

Nasce agarrando o calcanhar do irmão,

Entra um dia na luta benfazeja

Pela caçula filha de Labão.

 

Para ele, só sua pastora bela.

Burlado por seu pai, amarga o fel,

Não quis a Lia. Amava a outra, só ela…

E serviu mais sete anos por Raquel.

 

Pastor correndo na relvosa alfombra,

Tangendo ovelhas com a mulher amada,

Às vezes sentados da palmeira à sombra,

Pegureiro audaz que a pastora agrada.

 

Na volta ao pai, no encontro com o anjo,

Insiste e segue com sua bênção

Para o irmão Esaú com um novo arranjo,

Voltará a paz aos netos de Abraão.

 

Deu-lhe o anjo novo nome abençoado,

Segue em frente com o nome de Israel,

Triste, defronte ao parto malfadado,

Chorou no poço onde gemeu Raquel.

 

Vida com tantas lides adstritas,

Uma herança de triunfos e de brilhos;

Sim, uma vez que as tribos israelitas

Foram formadas por seus doze filhos.

 

Como em pelejas doridas de Jacó,

Venceremos e vem a redenção,

Vai nascer na terra um dia melhor,

Quando for passado este furacão.

 

Que depois de vencida a tempestade,

Amanhã sopre o vento da manhã;

Sob a mão da Suprema Divindade

Que há de vir com a Lira Guardiã.

 

Antônio Fernandes do Rêgo

aferego@yahoo.com.br

 

Sergio Diniz da Costa
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