agosto 08, 2026
Mandala
Entropia íntima
Avaliação imobiliária do indizível
A confissão da prostituta I
Trust
Poesia
Esferas, petroglifos y calzadas
Últimas Notícias
Mandala Entropia íntima Avaliação imobiliária do indizível A confissão da prostituta I Trust Poesia Esferas, petroglifos y calzadas

Chuva que acalma

image_print

Verônica Moreira: Poema ‘Chuva que acalma’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
Imagem gerada por IA do Bing
Imagem gerada por IA do Bing

Chuva serena, que acende a noite,
Diamantes dispersos na escuridão,
Gotas brilhantes, lágrimas celestes
Que lavam a mágoa do meu coração.

Ah, chuva que tanto amo,
Quisera sentir-te sobre mim,
Da janela observo-te, etérea e bela,
Como um manto de seda a cobrir o jardim.

Chuva que cai em marés de saudade,
Como a quero com toda a verdade!
Já não dói a fria solidão,
Mas dói a seca que rasga meu pobre coração.

Tu, ó chuva de outubro, abençoada,
Com ternura regas o mundo ao teu toque,
Em mim, purificas a alma cansada,
Libertas o sofrer que em mim deságua.


Verônica Moreira


Contatos com a autora

Veronica Moreira
Últimos posts por Veronica Moreira (exibir todos)

7 thoughts on “Chuva que acalma

  1. Verônica, este poema é, até agora, o seu poema que eu mais gostei! Tanto na forma quanto no conteúdo.
    Adorei esta metáfora: “Chuva que cai em marés de saudade*!!!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
Acessar o conteúdo