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Efêmera beleza

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Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Efêmera beleza’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Imagem gerada por IA do Bing - 4 de dezembro de 2024
 às 11:54 AM
Imagem gerada por IA do Bing – 4 de dezembro de 2024
às 11:54 AM

Efêmera beleza 

Ah, estação das flores!  

Enfeito-me com as suas cores.  

Encho-me de querer e viver. 

Verão de Sol ardente, 

Corpos ‘calientes’, 

Cheiro de mar,  

E estrelas a brilhar 

Instiga a sensualidade  

e a liberdade.  

Outono, do meu coração é o dono. 

Ouço o rumor dos ventos 

que me traz alento. 

As folhas das árvores se renovam, 

Caem e pelas ruas se arrastam 

Amareladas , avermelhadas 

e com cheiro de madeira molhada. 

“Alçar voo e a vida brindar” 

Efêmera beleza 

Tal qual a flor de cerejeira.  

O inverno chega de mansinho, 

Com gosto de vinho. 

Sugere abrigar em seus abraços  

E amanhecer ao seu lado. 

As estações ensinam-nos 

a cultivar o desprendimento

E seguir com renovamento.


Eliana Hoenhe Pereira

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