out
2023
29
Na rua da ilusão
O crepúsculo emerge soturno, perfilando o ocaso. Silencioso, denota o fim do dia. Na infecunda solitude do vento, lágrimas no rosto da noite e nos seus.
O crepúsculo emerge soturno, perfilando o ocaso. Silencioso, denota o fim do dia. Na infecunda solitude do vento, lágrimas no rosto da noite e nos seus.
Sou o vento que gira, sou intenso, giro do mundo, as nuvens e os extremos. Trago da alma a força reluzente. Faço da brisa o respirar, da vida o amar. É coisa
“O vento, às vezes, nos traz perfumes do passado, algumas lembranças saborosas, outras vezes dolorosas, sonhos esquecidos, projetos inacabados de um tempo de ingenuidade e inocência.” Sergio Diniz da CostaNatural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL.