Natal: tempo de análises sensatas e de perdão
Nesta terceira década (2025), do século XXI, é tempo de reflexão, de análises desapaixonadas e de perdão; é tempo de a família portuguesa estar unida…
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Nesta terceira década (2025), do século XXI, é tempo de reflexão, de análises desapaixonadas e de perdão; é tempo de a família portuguesa estar unida…
Foi ouvindo as crianças, suas perguntas improváveis e seus silêncios cheios de significado, que ele encontrou o caminho para sua primeira obra: “Eu, o livro”…
O rio não é cenário. Ele fala — não em voz, mas em sinais.
Seu fluxo, ora manso, ora urgente, traduz humores invisíveis, e quem permanece à sua beira aprende…
Hoy llueve como en esos días inviernosos para decir que llueve como nunca.
Los árboles en las avenidas catedrales góticas al filo de los acantilados.
Orestes carregava um amontoado de medos. No entanto, não suportava a ideia de morrer em Recife. Não que tivesse medo da morte, bem como não desgostava da…
Acordar costumava ser um ato silencioso. Aquele suspiro longo, talvez o canto de um pássaro, depois o tilintar da colher no pires lembrando que o dia existe…
Jakob Kapingala: Poema ‘Peguei um punhado de amor’ Peguei em cada gota das lágrimas que abraçavam meu rosto,E pintei-as com as cores do arco-íris com muito gosto.Transformei a ansiedade que cobria meu peito,Numa paciência bonita e coberta de muito respeito. Persegui sem