Pietro Costa: Poema ‘Princípio e fim’


E após um sono pesado, revive como criatura alada…”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
A beleza está no desvelamento
Da dor vem a libertação
Do isolamento, a união
É o ser enquanto acontecimento
A rosa é desprovida de espinhos
Apenas no platonismo de ideias puras
Enfeitado por jardins oníricos
E riachos cristalinos como a Lua
Folhas voam ao vento de cada manifestação vivente
Corrente de ar, ‘dasein’, respiração movente
A potência como indeterminação, possibilidade latente
Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada
Borboleta em ato, sublime despertar da alma
Pietro Costa
Contatos com o autor
- 📚 LABVERSO — Núcleo de Poéticas Experimentais - 7 de maio de 2026
- Atenção, verbonautas e barcófilos!!! - 23 de abril de 2026
- A fenomenologia do polegar em queda - 15 de abril de 2026

Natural de Brasília (DF), é escritor, poeta e Assessor Jurídico de 2ª Instância do MPU (PGJM). Autor de 11 livros, ganhou projeção internacional com O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária, lançado na London Book Fair 2026, onde recebeu o título Royal Writer of the Year. Seu livro Requintes de Sensibilidade (2025) foi lançado no Salão do Livro de Genebra 2026, ampliando o alcance de sua poesia no cenário europeu. Vencedor do Troféu Clarice Lispector 2024 (SolRidente) e do 1º Concurso Mágico de Oz 2025 (A Matemática da Presença), integrou a delegação brasileira no Festival Internacional de Poesia de Bucareste (2025). Professor de Escrita Criativa, Idealizador e Facilitador do LabVerso: Núcleo de Poéticas Experimentais e Mentoria Literária de Alta Formação, Doutor Honoris Causa Mult., soma mais de 400 participações em coletâneas literárias.

