Memória
Já decorei tua arquitetura, tuas ruelas de pedras, as fachadas coloridas disfarçadas de arco-íris. Já pisei tuas calçadas, bebi tuas águas, tua fala, teu olhar,
Já decorei tua arquitetura, tuas ruelas de pedras, as fachadas coloridas disfarçadas de arco-íris. Já pisei tuas calçadas, bebi tuas águas, tua fala, teu olhar,
Janeiro de paz, para um ano branco. Janeiro de 2024. Paz. Denise Canova (Dama da Poesia), com o poema minimalista ‘Janeiro de paz’.
Natal. E como está o mundo? Estamos na era de Aquários! Todos esperavam muita paz, harmonia e amor entre os povos. Mas, é Natal! E não há amor, tampouco paz…
Eu desejo a você amor, amor em tempos de ódio, amor que na terra não há. Desejo a você alegria, alegria em momentos de tristeza, paz em momentos de guerra.
Se o sacrifício de minha vida valer o silenciar da voragem de um mundo consumido por guerras, no altar da inconsequência humana imolarei meu corpo
As águas ouvem nos rios minha poesia; Os pássaros tecem nas árvores minha esperança; As flores cantam nas matas meus…
Paz Eliana Hoenhe PereiraÉ natural de Nilópolis – RJ e atualmente reside em Cruzeiro/SP. É Formada em Magistério pela antiga Escola Normal de Cruzeiro. Estudou psicologia na Faculdade Salesiana de Lorena/SP. Pós-graduada em Psicopedagogia, Terapia familiar. Curso de extensão em Dependência química