Epitafio
Si muero al nacer el sol y octubre, con muros de sed que ocultan certezas, toma mi alma y rema a mi cuerpo si el diluvio vuelve. Ya no estoy aquí.
Si muero al nacer el sol y octubre, con muros de sed que ocultan certezas, toma mi alma y rema a mi cuerpo si el diluvio vuelve. Ya no estoy aquí.
O poema expresa o desejo profundo de estar junto ao ser amado, unindo o eu lírico à natureza e à intimidade de um amor protegido e silencioso.
Antes das palavras nascerem, antes dos livros e das canções escritas, já existia a música. Ela habitava o vento que soprava entre as montanhas, o murmúrio…
Há um quê de divino no ar. Das entranhas surgem murmúrios que sublimam o estado de amar. Espíritos libertos; sentidos sóbrios. Do acarinhar das asas o amanhecer
Eu fui calcular a distância entre a Terra e o Céu… Os quilômetros das estrelas dentro de um olhar fiel… A estrada entre o ferrão da abelha e o seu mel…
Há momentos na vida em que a noite parece não ter fim. O silêncio pesa, as lágrimas se tornam companheiras e a esperança parece distante, como uma estrela…
No luar da madrugada, a dançar, segredos se movem em doce compasso. A brisa ao amanhecer faz despertar, promessas sussurram em suave abraço. O Sol desponta…