Arrebatada
Tece ela etéreas palavras no impulso, melancolia, solidão. Talvez, quem sabe? Seja poesia, ou apenas desabafo do seu coração. Talvez seja o aceno da poetisa…
Tece ela etéreas palavras no impulso, melancolia, solidão. Talvez, quem sabe? Seja poesia, ou apenas desabafo do seu coração. Talvez seja o aceno da poetisa…
Escreves em tua alma o meu nome, forjas em mim teu perfil, tuas linhas… Com as pontas dos teus dedos, com as tuas lindas mãos. – Amo-as! Mesmo ausente, sinto
Nas profundas rugas dos sorrisos, Nos sábios olhares cansados No afago das mãos tão curtidas, Existe ainda a beleza dos avós amados. Nos braços deles…
Nas grandes e pequenas cidades do país ecoa nas ruas a injustiça irracional. Esquecidas histórias com vidas silenciadas, essa gente suplica por igualdade social
Virgínia Assunção: Poema ‘A violinista’ De olhos fechados e face ditosa Na delicadeza daquele momento Absorta, a violinista toca e levemente sorri Entoa do seu instrumento as quatro notas Sol..ré…lá…mi…. A linda dama ergue o seu arco Friccionando as cordas do seu
Engano Virginia AssuncaoMaria Virgínia de Assunção Feitosa Gomes, natural de Maceió/AL, residente há muitos anos em Aracaju/SE. É Professora licenciada em Letras Português/Francês; licenciada em Pedagogia e Jornalista. Pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura e em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Dr. H.C.
Pedaços Virginia AssuncaoMaria Virgínia de Assunção Feitosa Gomes, natural de Maceió/AL, residente há muitos anos em Aracaju/SE. É Professora licenciada em Letras Português/Francês; licenciada em Pedagogia e Jornalista. Pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura e em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Dr. H.C.