Tempo ancora em silêncio
O silêncio empoeirou-se onde não há levante de pássaros a cantar. onde não te começas choro nem voas, nem nascente de águas onde nadavas peixe em toda volta…
O silêncio empoeirou-se onde não há levante de pássaros a cantar. onde não te começas choro nem voas, nem nascente de águas onde nadavas peixe em toda volta…
Ela é enigmática e aquecedora de alma, alguém que atravessa o som reverbera. refratária das visões, brilha. Impalpável, à mente se faz sentir e sente intocável
estrada se abre desvios à frente vento sopra levemente às costas Sol brilha, cintila morno suave à face nos seus campos encontras ais salientes caem…
onde está a mão que me afagava suave ou apertada em teus dedos entrelaçada caminho adentro abríamos alamedas entrando no nada levando o tudo alegria furtada…
O que canta o canto da Santa natureza do observatório do nosso âmago voam dúvidas ou certezas marsupiais ou singelezas? Da floresta ou da janela ouvem-se vozes
Sobre angústias e conflitos da própria aceitação de como se é, se apercebe o jovem num jardim desértico sem se julgar um cravo, sem saber ser rosa.
Ella Dominici: Poema ‘Anatomia das vivas ondas’ Anatomia das vivas ondas! I- De um exílio entre o mar e o céu sendo o pisar em estrela, maré de areia, do outro lado, ilha ensolarada em véus do nada Nua como um dia