Mulheres de São Paulo
Mulheres de São Paulo. Elas são fogo que anda nas ruas, com passos que o caos insinua. Têm lava nas veias, vertente acesa, derretem o medo com delicadeza.
Mulheres de São Paulo. Elas são fogo que anda nas ruas, com passos que o caos insinua. Têm lava nas veias, vertente acesa, derretem o medo com delicadeza.
Há poetas, e há vulcões. Um difere do outro pelo fogo que habita as entranhas, acendendo chamas nas palavras até queimar as próprias mãos. Os olhos piscam…
Silêncio. É nele que o amor se reconhece. Não no grito, nem no toque, mas naquilo que pulsa quando o mundo cala. O silêncio é um corpo que respira entre…
O princípio escapa à compreensão. Antes de nós, já se movia; depois de nós, seguirá. Não há fronteiras de tempo. Há apenas o instante, que nos atravessa como…
Às vezes vejo verde azulado intenso como turquesa, tom denso petróleo cobiçado do que se trata o profundo, tal abismo esverdeado riquíssimo em diversas belezas?
É tão monótona a tardezinha que não me aplaca e ingentil o sol que minha natureza despedaça quando parte dando aleivosamente sinais de fim. É melancólica a…
Cisne é solitário, em colo claro deslizando íntimo, sobre si sobram-lhe penas oleaginosas vertiginosas, apenas elas escorregadas, noturnas, desamadas.