Primavera outra vez
Vejo ao longe, no fio do horizonte, campinas ocres, robustos montes. Fumaça branca em caracol encobre o azul cobalto do céu, sob o manto branco do véu.
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Vejo ao longe, no fio do horizonte, campinas ocres, robustos montes. Fumaça branca em caracol encobre o azul cobalto do céu, sob o manto branco do véu.
Não sei, se ainda vive em mim, ou se é delírio sem fim. Sei que a vida proporciona destinos diversos. Como dizem: “O tempo apenas adormece!” Por alguma razão…
A poesia se farta na música nos sentimentos acometidos de infortúnios, nas dores oriundas de palavras inversas, nos olhares dos amantes apaixonados…
Lutar minhas lutas, vencer minhas partidas, trilhar meu destino antes de cortar a meta. Avançar sem medo do tempo, olhar para dentro, equilibrar o ar no peito
O poeta é dolorido, emotivo, pensativo… Às vezes quieto, ou irrequieto, às vezes contente e extrovertido! O poeta é resiliente, sociável ou solitário…
Pedidos de fé e esperança. Um coração de mulher nunca erra. Ele escuta e ele faz acontecer. Ele ama incondicionalmente.
Não duvide disso. Dama da Poesia
O seu passo tem um jeito de apagar o meu. Não é medo — mas é quase um tropeço dentro de mim. Você chega perto e eu viro menino. A orelha esquenta, o olho…