dezembro 15, 2025
Monumento do Largo da Penha
Paulo Freire e as dimensões da prática educativa
Natal: tempo de análises sensatas e de perdão
Eu, o livro
Meandros de rio
Odisseia pernambucana
Hoy llueve como nunca
Últimas Notícias
Monumento do Largo da Penha Paulo Freire e as dimensões da prática educativa Natal: tempo de análises sensatas e de perdão Eu, o livro Meandros de rio Odisseia pernambucana Hoy llueve como nunca

No barraco

image_print

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘No barraco’

Ceiça Rocha Cruz
"O pôr do Sol surge atrás da montanha silenciosa e a favela vê a vida passar..."
Imagem criada por IA do Bing – 3 de janeiro de 2025 às 8;00 PM

O pôr do Sol surge
atrás da montanha silenciosa
e a favela
vê a vida passar,
debruçada na janela do poente.

O crepúsculo despede-se
e a noite pelo sono decadente
do entardecer,
no deserto da vida
e do barraco.
O tempo não tem pressa
e no coração
a dor dilacerada
pela saudade.

Na casa de madeira
sem pintura,
lá da colina,
lembranças insepultas
onde tudo se mistura:
amores e desamores,
encontros e desencontros,
sonhos naufragados.

No silêncio da noite escura
entre a favela e a montanha
dos sonhos,
dos mistérios,
das saudades eis
a solidão no barraco.


Ceiça Rocha Cruz

Voltar

Facebook

Ceica Rocha Cruz
Últimos posts por Ceica Rocha Cruz (exibir todos)

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
    Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
    Acessar o conteúdo