No Quadro de Colunistas do ROL, a versatilidade literária de Priscila Mancussi
Brada a voz entre os porões de navios carregados de gente onde dores são resistências e não há o que cale a voz de quem quer falar, mesmo sem privilégios.
Brada a voz entre os porões de navios carregados de gente onde dores são resistências e não há o que cale a voz de quem quer falar, mesmo sem privilégios.
Alces desejam tocar as aves… Os alpes tocam o céu… como véu… Para fazer as pazes… com disseres que nos penhascos da discórdia… diariamente lembra…
Aqui, pegamos raízes que plantamos num alegre dia… Da sacada o mar que se viu pela primeira vez e tristes areias. Dentro da casa a velha contava ao ocaso…
Certa vez, algum estúpido pensou que podia separar as pessoas pela cor. Que tolice é pensar
que ser branco é ser gente, se o que torna o mundo incrível é…
Passei a vida costurando sonhos, juntando os retalhos dos amores. Em cada ponto arrematando a estrada por mim percorrida. Aconteceram nesses caminhos…
A vida dá muitas voltas, o mundo tem muitas ‘esquinas’ apesar da sua configuração ser praticamente redonda. Frequentemente, algumas pessoas recordam factos…
Na quietude sorrateira a tarde cai, e na montanha, a sombra sepulta o silêncio do outro lado do poente. Na paisagem dourada, bela aquarela, doce poema…