Ama-me
Ama-me com o mesmo ardor de outros tempos, com a mesma aura de plenitude e encanto. Não com pesar, mesmo que te acolha o pranto de um desamor causando teus…
Ama-me com o mesmo ardor de outros tempos, com a mesma aura de plenitude e encanto. Não com pesar, mesmo que te acolha o pranto de um desamor causando teus…
Eu não sei de onde vim, muito menos onde isso vai dar. Só preciso seguir, nada mais. Sangue Charrua correndo solto, ninguém disse que seria simples.
Saudades ainda sentem Lapa e Vila Isabel, de seu bandolim e de seu violão, a seduzir a boemia que lhe tirava o chapéu, consagrando-lhe com extrema admiração
Tomo como referência um daqueles livros que me acompanham desde a graduação. Trata-se de “Como se escreve a história” (1998), de Paul Veyne…
Poema minimalista ‘O rosa’, da poetisa Denise Canova: O rosa espanta o inverno/encobre o cinza/vou de rosa. A arte poética colorindo o mundo e a vida.
Os 40 anos da Bienal do Rio serão comemorados em grande estilo na Qualis Editora! Durante os dez dias escritoras best-sellers na Amazon estarão no estande
Elaine, protagonista de Os Números de Ághora: Seven, está na casa dos avós quando descobre a existência de um espiral que a levará para um mundo fantástico…