Lava surfista…
Goblins e demônios, duendes e doentes, gatos alados e escaldados no rio ardente com cor de rubi, muita dor esnobando a bondade, que em cada subjetividade…
Goblins e demônios, duendes e doentes, gatos alados e escaldados no rio ardente com cor de rubi, muita dor esnobando a bondade, que em cada subjetividade…
Amanheci incendiando meus dizeres. Banhei meu suor com seus afiados olhos. Senti a dor do peito de quem sofre, a carne estúpida de quem ama. Minhas lágrimas…
Através dos vidros da janela vejo o tempo passar. Pássaros vêm bem perto bater as asas e cantar. Quem dera que minha alma também pudesse ver e sentir…
Se pensas conhecer minha dor, dê-me o alívio que preciso. Não me digas que sente muito, apenas me cura se te for possível. Minha dor parece pequena, porque…
Eu não sei de onde vim, muito menos onde isso vai dar. Só preciso seguir, nada mais. Sangue Charrua correndo solto, ninguém disse que seria simples.
Sociedade indolor Carlos Carvalho CavalheiroNatural de São Paulo (SP, atualmente reside em Sorocaba. É professor de História da rede pública municipal de Porto Feliz (SP). Licenciado em História e em Pedagogia, Bacharel em Teologia e Mestre em Educação (UFSCar, campus Sorocaba). Historiador,