A colina
Atrás das serras e montes, desmaia a tarde, incensa o ocaso, pinta em versos o entardecer. Cala-se o vento, espreita as escarpas, voam as nuvens…
Atrás das serras e montes, desmaia a tarde, incensa o ocaso, pinta em versos o entardecer. Cala-se o vento, espreita as escarpas, voam as nuvens…
O sol despontou… cobriu o dia de brilho, encanto e magia, despertando no silêncio a saudade. Das serenas tardes de estio aves plainavam ao sabor do vento…
Na quietude sorrateira a tarde cai, e na montanha, a sombra sepulta o silêncio do outro lado do poente. Na paisagem dourada, bela aquarela, doce poema…
O crepúsculo emerge soturno, perfilando o ocaso. Silencioso, denota o fim do dia. Na infecunda solitude do vento, lágrimas no rosto da noite e nos seus.
A noite chega enluarada e no céu de estrelas, um clarão fulgura e se propaga incandescente. Um olhar vago busca o teu olhar no olhar do tempo. O luar emerge…