Poetizo, logo penso – IX e X
A alma perscruta o infinito, e o corpo, a finitude; a razão pode palmilhar os sentidos ou cegar horizontes, a depender da escuta intuitiva.
A alma perscruta o infinito, e o corpo, a finitude; a razão pode palmilhar os sentidos ou cegar horizontes, a depender da escuta intuitiva.
Resigna-te em silêncio ante a dor que não se entende, a alma que ainda tomba, mas que a luz um dia acende. Mesmo o gesto mais sombrio tem seu berço na fraqueza
Já li as entrelinhas do teu texto, descobri a mensagem recôndita, pus uma flor sobre tua mesa, pintei de azul os teus pedestais, deixei a mala na beira do…
Quando me sinto árvore despeço-me das folhas salpicadas que não mais abrigam frutos, partem ao ventar e levam um pouco de minha alma. Segurei-te amei-te…
Deixei-me levar pelo seu olhar estampado e declarado, penetrante que, por um instante, pairava poesia no ar. Tinha o perfume das flores do campo, brancas e…
Nas sombras da História, um grito ecoou, rasgando o silêncio, a dor ressoou. E a humanidade chorou em silêncio, marcando a sua alma, por tanto tormento.
Expresso no silêncio ritmos entoados pela guitarra da alma. Um pensamento sincronizado na beleza que espelha o teu meigo sorriso e as tuas palavras amenas…