A janela
Através dos vidros da janela vejo o tempo passar. Pássaros vêm bem perto bater as asas e cantar. Quem dera que minha alma também pudesse ver e sentir…
Através dos vidros da janela vejo o tempo passar. Pássaros vêm bem perto bater as asas e cantar. Quem dera que minha alma também pudesse ver e sentir…
Minha alma anda cansada de resistir ao tempo. Deixou no meio da estrada seu orgulho, seu tormento. Amou demais e, confusa, deixou de acreditar…
Na alma enraizada, há uma chama que não se apaga, de um amor que há tempos deixou entrar A traição e a loucura que no peito não tem lugar. Essa dor que…
Tuas páginas, profusão de sentires. Mergulhar no mar absoluto da alma, achar o tesouro nas linhas da palma. À vista, afortunadas terras e devires…
Eu não sei de onde vim, muito menos onde isso vai dar. Só preciso seguir, nada mais. Sangue Charrua correndo solto, ninguém disse que seria simples.
Noto um silêncio cúmplice e atroz. Num repente tudo cessa em minha mente, e uma quietude se apodera então de mim, numa cumplicidade de meu coração tão quieto,
O entardecer d’alma Sergio Diniz da CostaNatural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico