Pietro Costa: Poema ‘Esfinge’ Inebriado eu me sintoNão pelo teor alcoólicoPropriamente dito É pelo poema sorvidoPela música tocadaPelo arranjo inventadoPela amizade celebradaPelo banquete servidoPela noite enluaradaPelo eclipse avistado Pela estrela iluminadaPelo sorriso revidadoPela lágrima derramadaPor seus olhos famintosEsfíngicosA decifrar minha tara Musa que
Em dezembro de um Rio outrora esplendor, nasceu um poeta, de alma e fervor: Olavo Bilac, a quem rendemos louvor, Príncipe dos Poetas, em versos de amor.
Brasil, meu Brasil varonil; por que, meu País destemido, está se rendendo às desgraças e à violência desse povo vil? Onde está o Rio antigo em que meus pés…
Ela é nua da cor da luz, tem nuances em tons de Azuis matizada em voláteis véus, olorando o sentir dos céus. A paz tem ternura dos olhos teus, tem sorrisos…
Busco a ponta do novelo, me contenho com desvelo. Suas curvas são perfeitas, como a roda do tear. Cada laço uma armadilha, feita para despistar os vendavais…
No exame minucioso dos clássicos da ciência política, a gestão pública se dá com sobriedade e comedimento, bem assim na vivência das lições do virtuoso…