novembro 05, 2026
Tsukuihama: Crônica por Jacky Man-leuk Yuen
Tudo: As contradições e harmonias da nossa essência
O Rei da Guitarra e o Dono da Caneta
O mundo é mais barato que uma avelã
Margarida amiga
O som do amor
Que dia começaremos a nos tornar neuróticos?
Últimas Notícias
Tsukuihama: Crônica por Jacky Man-leuk Yuen Tudo: As contradições e harmonias da nossa essência O Rei da Guitarra e o Dono da Caneta O mundo é mais barato que uma avelã Margarida amiga O som do amor Que dia começaremos a nos tornar neuróticos?

Penhasco

image_print

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Penhasco’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
Na placidez da tarde, canta no crepúsculo a paisagem pelas janelas do tempo...
“Na placidez da tarde, canta no crepúsculo a paisagem
pelas janelas do tempo…”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Na sombra da névoa tênue

e esvaecida da colina,

geme em segredo o vento.


Franzi as águas

que deslizam sorridentes

sobre a areia,

aos olhos da natureza.


Na placidez da tarde,

canta no crepúsculo

a paisagem

pelas janelas do tempo.

Mistérios,

segredos…


Nas paredes aquareladas

do entardecer

cortinas mescladas de saudades

nos adereços da tarde,

debruçam-se.


Aos olhos do rio sobre as ondas,

a solidão perpetua.

O crepúsculo adormece,

a tarde agoniza,

nuvens misteriosas

derramam-se no ocaso.


Na sombra da névoa tênue

e esvaecida da colina rochosa,

geme em segredo o vento,

enquanto o penhasco sorri.


Ceiça Rocha Cruz


Contatos com a autora

Voltar

Facebook

Ceica Rocha Cruz
Últimos posts por Ceica Rocha Cruz (exibir todos)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
Acessar o conteúdo