Volta logo pra nós, Paizão!
Paizão, desse jeito não dá, não tem graça sem você, o filho, o pai, o esposo, o amigo das horas difíceis, homem de palavra, íntegro, prudente e sábio
Paizão, desse jeito não dá, não tem graça sem você, o filho, o pai, o esposo, o amigo das horas difíceis, homem de palavra, íntegro, prudente e sábio
Do alto da sacada parecia mentira. Energias se conectaram. Ninguém poderia saber. Entender? Melhor nem tentar. O corpo pede a alma implora. Aqui, agora é…
À barbárie, o poder se resigna a marca da maldade em voga, na orgia instituída que revoga o direito popular à vida digna. Ah, sociedade sem lei e sem alma…
Falar da obra de José Humberto Henriques é falar de um processo criativo inventivo de mensagens cristalizadas, tanto no individual como no coletivo…
Fechando um círculo, à espera do novo, com novos sonhos, desafios e conquistas. (Denise Canova – Dama da Poesia, com o poema minimalista ‘Fechando um círculo’
O crepúsculo emerge soturno, perfilando o ocaso. Silencioso, denota o fim do dia. Na infecunda solitude do vento, lágrimas no rosto da noite e nos seus.
O tempo fez meu tempo. Meu tempo se esgotou, não tenho mais tempo. Minha vida vai em uma direção desconhecida. Vai me machucando, abrindo-me novas feridas.