À espera
Vejo rostos enfileirados, ausentes. Lábios cerrados, preocupados. A espera é angustiante… Talvez haja dores dentro de cada um. Dores físicas ou dores na alma.
Vejo rostos enfileirados, ausentes. Lábios cerrados, preocupados. A espera é angustiante… Talvez haja dores dentro de cada um. Dores físicas ou dores na alma.
Por que choras minha alma? Acaso não te acompanho em tuas andanças, em teus anseios e arroubos? Não estou presente quando choras ou quando ris? Não sou eu…
Fui o rio onde desaguou todos os mananciais. Fui a nascente em ti e a foz além de mim. Fui a tempestade que inundou os teus olhos e transbordou teu coração.
Em dezembro de um Rio outrora esplendor, nasceu um poeta, de alma e fervor: Olavo Bilac, a quem rendemos louvor, Príncipe dos Poetas, em versos de amor.
Escrevo, dialogo, rio. Escrevo, revelo, choro. Escrevo, grito, escondo. Transdordo as razões para escrever, buscando emoções dentro de mim. Vejo, libero, falo
Quero ir embora num dia claro de verão. Quero um céu raso de nuvens brancas, e um tapete de flores no chão. Quero ir embora devagar, sem pressa na despedida.
Por que choras minha alma? Acaso não te acompanho em tuas andanças, em teus arroubos e anseios? Não estou presente quando choras ou quando ris? Não sou eu que