Volta logo pra nós, Paizão!
Paizão, desse jeito não dá, não tem graça sem você, o filho, o pai, o esposo, o amigo das horas difíceis, homem de palavra, íntegro, prudente e sábio
Paizão, desse jeito não dá, não tem graça sem você, o filho, o pai, o esposo, o amigo das horas difíceis, homem de palavra, íntegro, prudente e sábio
Não digo de voltas por cima, não falo de perdas preenchíveis, nem ouso pensar substituições, sonhos rarefeitos como frestas. Pensar que dos fracassos e…
Do alto da sacada parecia mentira. Energias se conectaram. Ninguém poderia saber. Entender? Melhor nem tentar. O corpo pede a alma implora. Aqui, agora é…
À barbárie, o poder se resigna a marca da maldade em voga, na orgia instituída que revoga o direito popular à vida digna. Ah, sociedade sem lei e sem alma…
Fechando um círculo, à espera do novo, com novos sonhos, desafios e conquistas. (Denise Canova – Dama da Poesia, com o poema minimalista ‘Fechando um círculo’
O crepúsculo emerge soturno, perfilando o ocaso. Silencioso, denota o fim do dia. Na infecunda solitude do vento, lágrimas no rosto da noite e nos seus.
O tempo fez meu tempo. Meu tempo se esgotou, não tenho mais tempo. Minha vida vai em uma direção desconhecida. Vai me machucando, abrindo-me novas feridas.