Um novo eclipse
Ontem, na boca da noite afora, eu vi a face inchada da Lua. Parecia dizer ao Sol: – E agora? O que faço sem a presença sua? Ela, tão solitária!
Fala sobre poesias, livros de poesias, poetrix, aldravia, cordel, poemas e etc.
Ontem, na boca da noite afora, eu vi a face inchada da Lua. Parecia dizer ao Sol: – E agora? O que faço sem a presença sua? Ela, tão solitária!
Clayton Alexandre Zocarato: Poema ‘Cria…(Culturais)… Romperam as barreiras mnemônicas… Tudo ficou iônico… O ciclope estava… Glorioso por sua falsa… Eudaimonia, virando uma perigosa… Mania obsessiva… Se fez um arcano do desconhecido… O Minotauro foi até a pólis… Procurando alguma Perisofia… Perguntou para
Foi um olhar de encantamento, onde os pensamentos alvoroçaram meus sentimentos, tal como um beija-flor, enfeitiçado pela sua flor. Saí do ar e dançamos sob o…
nas cercanias da foz do rio, uma casinha despertava a sorrir com a chegada do menino, que ali desfrutava das brincadeiras, embaladas em sua meninice…
O amor é elegante, mas é deselegante quando quer. Não respeito o que desejo: amor verdadeiro. Poema ‘Amor elegante’, da poetisa Denise Canova, a Dama da Poesia
Observo o seu descansar, a serenidade do rio descendo, calmo no leito que escolheu. E as matas sentindo brisas, da tarde que vem chegando, e eu contemplativo…
No teu olhar, encontrei o amor. Nos teus lábios, provei o mel. No teu corpo, senti a vida. No teu sorriso, encontrei a esperança. Na tua voz, ouvi a verdade.