Canção da paz
Se o sacrifício de minha vida valer o silenciar da voragem de um mundo consumido por guerras, no altar da inconsequência humana imolarei meu corpo
Se o sacrifício de minha vida valer o silenciar da voragem de um mundo consumido por guerras, no altar da inconsequência humana imolarei meu corpo
Tempo de agradecer. Tempo de ser grata. Tempo de felicidade. A poesia está dando frutos. Eu estou feliz e grata. Obrigada, Senhor! Dama da Poesia
Paizão, desse jeito não dá, não tem graça sem você, o filho, o pai, o esposo, o amigo das horas difíceis, homem de palavra, íntegro, prudente e sábio
Não digo de voltas por cima, não falo de perdas preenchíveis, nem ouso pensar substituições, sonhos rarefeitos como frestas. Pensar que dos fracassos e…
Do alto da sacada parecia mentira. Energias se conectaram. Ninguém poderia saber. Entender? Melhor nem tentar. O corpo pede a alma implora. Aqui, agora é…
À barbárie, o poder se resigna a marca da maldade em voga, na orgia instituída que revoga o direito popular à vida digna. Ah, sociedade sem lei e sem alma…
Fechando um círculo, à espera do novo, com novos sonhos, desafios e conquistas. (Denise Canova – Dama da Poesia, com o poema minimalista ‘Fechando um círculo’