Deixe-me sangrar
Não diga nada enquanto eu estiver sangrando, enquanto meu corpo desfalece, minha alma vive. Deixe-me sangrar, todas as feridas do tempo que não amei…
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Não diga nada enquanto eu estiver sangrando, enquanto meu corpo desfalece, minha alma vive. Deixe-me sangrar, todas as feridas do tempo que não amei…
Supere a dor, a tristeza. Supere, sem medo. Supere a dor. Poema minimalista ‘Supere a dor’, da poetisa Denise Canova, a Dama da Poesia.
A beleza dos sentimentos; os relacionamentos intensos e vividos; os rios que tocam as margens; a chuva que toca o solo para irrigá-lo e fazer germinar as flores
No silêncio do entardecer a vida passava. Percursos íngremes, trajetos sinuosos, ora longos, ora curtos, cheios de dor, de solidão, de saudades.
Ismaél Wandalika: Poema ‘Borboleta’ BorboletaLeve meus encantos pintados a ILUSÃODescreva meus poemas nas estrelasDê vida e traga compaixãoVoe sem tédio aos ouvidos do universo entoe minhas letras BorboletaVem de longeAbrace o ventoCante meu versoBeije meu terçoNão iluda meu peito Oh!BorboletaQue seu olhar
Olhei pra trás, caminho andado, em cada passo, sonho alado. As decisões, marcas deixei, mas sempre fui eu, à minha lei. Na curva amarga ou na vitória, criei…
Já era noite quando tudo começou. Ficou preto. Por dentro se desfez tudo que era completo, esmagou. Mas eu queria juntar o que estava descolado; sei lá, colar