Poetizo, logo existo – XI
O medo é o pai da audácia, e seu principal algoz.
O medo é o pai da audácia, e seu principal algoz.
Meu coração ficou ali, na sua mão. Eu senti quando você o acolheu. Ao mesmo tempo, senti o frio do medo. Com um toque, tive esperança. Senti o calor da sua mão
E no medo esbraseante, olhar cala, o incêndio do tempo a nos derruir, rimas sepultas, a agonia fala, a memória jaz, vazios fruir. A casa mental, medo na…
Lá habita um povo destemido, vivo nos altares do sacrifício. Contam o tédio, enfrentam seu medo, vê no espelho a fala do retrato. Lá, eles buscam esperança…
Bem-vindo a uma jornada transformadora, onde você será convidado a deixar para trás os medos que o impedem de viver uma vida plena e autêntica. Um livro ótimo .
O medo nasce como uma sombra discreta, deslizando pelos cantos onde a luz mal chega. É um visitante silencioso, que se instala sem ser convidado e cria raízes.
O banho que molha tem algo de peculiar. não é banho à toa, entoa na acústica chuva que escorrega a alisar corpo de cima abaixo, parte por parte, pedaço por…