Eterno!
Eterno, quanto seja terno. No meu peito esmo você fez um corte cheio de marasmo. Hoje Tiro ‘sarros’ carregados por baratas repletos de doces e venenosas
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Eterno, quanto seja terno. No meu peito esmo você fez um corte cheio de marasmo. Hoje Tiro ‘sarros’ carregados por baratas repletos de doces e venenosas
Tudo passa, menos a tristeza. Perdê-lo foi difícil, ainda dói. Quase tudo passa. Poema minimalista da poetisa Denise Canova, a Dama da Poesia
A noite chega enluarada e no céu de estrelas, um clarão fulgura e se propaga incandescente. Um olhar vago busca o teu olhar no olhar do tempo. O luar emerge…
No peito um alarme desperta um desejo diverso. Preciso te ver, e na noite mais e mais deserta sinto o abandono a me emudecer. Quero mais que tua presença vaga
Restou uma dúvida, uma decepção, um grito que não quer calar. Todavia sufocado está. Não sei ao certo, mas há algo a ser feito. Talvez um transplante em meu…
Antes que o dia termine, a alma precisa desabafar. Em um fatídico dia de um mês e ano próximos, a felicidade conheceu a dor e risos deram lugar às lágrimas.
No silêncio da noite, minha mente desperta, enquanto o mundo se perde nos braços do sono. As sombras dançam, enigmas na escuridão, enquanto o relógio…