Ismaél Wandalika: Poema ‘Borboleta’ BorboletaLeve meus encantos pintados a ILUSÃODescreva meus poemas nas estrelasDê vida e traga compaixãoVoe sem tédio aos ouvidos do universo entoe minhas letras BorboletaVem de longeAbrace o ventoCante meu versoBeije meu terçoNão iluda meu peito Oh!BorboletaQue seu olhar
O medo nasce como uma sombra discreta, deslizando pelos cantos onde a luz mal chega. É um visitante silencioso, que se instala sem ser convidado e cria raízes.
Eu passo só, vento mudou de sentido, grama tornou- se descorada. eu, esmeralda- vertigem- brilho, sigo, Pássaro se esconde dorme atrás do horizonte, homem…
O tempo passa, e o tempo esvai como um rio correndo para o mar. Silencioso, sua essência se desfaz, deixando saudades a murmurar. As horas perdidas, jamais…
Cai a tarde, abrem-se as veredas do entardecer, névoa nos ombros da montanha, a solidão perpetua, brancas nuvens contemplam as encostas. Sob o vento, garças…
Sou folhagens entre as árvores. Sou gotas a escorrer sobre os caules retorcidos sobre as folhas do dendê. Sou o vento frio do inverno, o nevoeiro a correr.