Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Falsa esperança’


∙ 27 de setembro de 2024 às 2:42 PM
Juntava folhas secas espalhadas
pelo vento,
aprisionando os pensamentos.
Vestida de poesias e fantasias
Nutria uma paixão em vão.
Tal como nos contos de fadas,
onde a princesa esperava seu príncipe encantado.
Abriu-se para uma falsa esperança ,
repleta de distâncias.
Nem toda planta cresce
Nem toda flor floresce
A ausência da reciprocidade
despertou-a para a realidade,
em tempo de voltar a sua essência
e aprender com a experiência.
Eliana Hoenhe Pereira
Contatos com a autora
- A casa de Anne Frank, Amsterdã/Holanda - 28 de outubro de 2026
- Memorial do holocausto em Berlim - 6 de outubro de 2026
- Acolho-me - 25 de agosto de 2026
Natural de Nilópolis (RJ), reside em Cruzeiro/SP. Pós-graduada em Psicopedagogia, Terapia familiar. Trabalhou como psicóloga do CEMTE (Centro Educacional Municipal Terapêutico Especializado) Madre Cecília de Taubaté. Atuou como Psicóloga, coordenadora do núcleo ‘Autismo’ e, nesse universo, participou de vários cursos e congressos. Responsável técnica da clínica ‘Performance’; Escritora, poetisa e contista da ALAC (Academia de Letras e Artes de Cruzeiro). Autora dos livros: O peixinho X Editora Scortecci, 1989); Flora por que comigo? e Em paz com o passado. Projeto: Escritoras Revisionistas, representantes do Vale do Paraíba e região nos eventos literários. Tendo participado da Feira de São Bento do Sapucaí, Passa Quatro, Cruzeiro, Cachoeira Paulista e Resende. Defende a Causa no Combate à Violência contra a Mulher. É vice-presidente do CMM (Conselho Municipal dos Direitos da Mulher) Cruzeiro – SP.


Eliana, hoje a Verônica publicou um poema (Abraçando cactos) que, de certa forma, parece um ‘eco’ do seu!
E o ressurgimento de uma mulher, feita uma Fênix!