outubro 01, 2026
Vício: a liberdade que estamos entregando sem perceber
Que me resta – Poema de Matoma Pedro
Encontro de bacamarteiros celebra o patrimônio nordestino
Reconhecimento dos valores socioculturais do trabalhador
Da educação especial à educação inclusiva
A lealdade da nova roupagem – Poema de Marli F. Freitas
No MacDonald’s – Crônica de Jacky Yuen Man-leuk
Últimas Notícias
Vício: a liberdade que estamos entregando sem perceber Que me resta – Poema de Matoma Pedro Encontro de bacamarteiros celebra o patrimônio nordestino Reconhecimento dos valores socioculturais do trabalhador Da educação especial à educação inclusiva A lealdade da nova roupagem – Poema de Marli F. Freitas No MacDonald’s – Crônica de Jacky Yuen Man-leuk

Que me resta – Poema de Matoma Pedro

image_print

Uma comovente e dolorosa despedida lírica que transforma o vazio do luto em um rastro eterno de saudade

Logótipo com a frase "Jovens Talentos" no topo, escrita numa fonte clássica sobre o perfil em silhueta de um grupo de jovens de mãos dadas e erguidas num gesto de celebração. A base da imagem exibe a iluminação de um pôr do sol alaranjado, seguida do texto "Jornal Cultural" numa fonte azul moderna e do logótipo "ROL" em destaque, com a letra "R" estilizada num quadrado laranja
Logotipo da seção Jovens Talentos

Teu nome agora é saudade
teu rosto, uma luz no escuro
agora, és o meu passado
lembro bem daquela tarde
agora é só saudade.

Sinto no silêncio seco o teu ser
meu menino
minha metade
minha memória
tua partida me deu um novo ser.

Guardei o teu sorriso em meu coração
a tua voz na minha memória
a tua gargalhada que a morte levou
guardei o teu amor por mim.

A ausência amarga rasga minha alma.

Tu eras o tempo
tu eras o traço
tu eras o truque
tu eras tudo que eu queria.

Por vezes ouço a tua voz ecoar
ou é só o desejo de te reencontrar
tu fazias o tempo voar
e com alegria me fizeste sonhar.

Agora estou mais forte
mas ainda há saudade
nem sempre estou triste
mas tu era a minha felicidade.

Tu agora és um anjo
mas vá lá
eu me arranjo
eu espero algum dia chegar lá.

Que me resta
não sei, talvez esteja sem palavras
mas de uma coisa tenho a certeza
sublimes foram as nossos momentos.

Mas ainda há saudade.

Matoma Pedro

Matoma Pedro

Matoma Pedro, residente em Luanda/Cacuaco. Frequenta a 9ª classe no Complexo Escolar Privado Florescer (ex Meury-Dores).

A literatura surgiu de forma repentina e ganhou paixão nas aulas de Língua Portuguesa.

Faz parte do projecto ‘Escrita Criativa’, do mentor Tomás Eugénio Tomás.

Tal como ela diz “a alma que chora também ri”.

Voltar

Facebook

Sergio Diniz da Costa
Últimos posts por Sergio Diniz da Costa (exibir todos)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PHP Code Snippets Powered By : XYZScripts.com
Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial
Acessar o conteúdo