Crônicas da Ordem dos Cavaleiros Arqueiros Sarmathianos:
Onde a espada encontra a estratégia e o destino de um reino é forjado


‘A Gênese da Nova Era de Gotland (II). Imagem gerada por IA
Gotland passa por grandes transformações políticas e econômicas, refletindo as mudanças que o primeiro quatil do novo milênio vem proporcionando. Sua história milenar permitiu-lhe construir uma sociedade sólida, pois além de ter enfrentado conflitos bélicos internos e externos, também enfrentou litígios intergeracionais.
Por conta dessas intensas transformações enfrentadas, o Príncipe Severinus Teodomiro convocou o Grande Oficial dos Cavaleiros de Gotland Ramiro Varella e o General Elson de Gotland para discutir quais seriam as posturas da Casa Real frente às novas expectativas que o novo milênio iniciava mostrar.
Gotland significa Terras dos Gutas, um antigo povo das terras do norte. É uma grande ilha do Mar do Norte com 2.994 km2 e possui uma forte tradição pesqueira e comercial como suas principais atividades econômicas. Seu inverno é muito rigoroso, chegando a atingir -14o C. No verão, sua temperatura mais elevada é de 25o C.
Em Gotland há um grande centro tradicional de estudos e pesquisas, onde atuaram grandes professores e pensadores, tais como: o físico Albert de Visby, o matemático Tjlenar de Stora, o filósofo Wilson de Sandon e o Geógrafo Rodolfo de Atterdag.
O Príncipe Severinus Teodomiro, ao convocar os Comandos da Ordem dos Cavaleiros e os docentes do Centro de Estudos e Pesquisas, intenciona entender como Gotland se encaixa nesta nova temporalidade e diagnosticar a posição de Gotland na economia das Terras do Centro e do Sul do continente Armórico, com quem possui intensas relações comerciais e diplomáticas.
Depois dos debates e apresentações ocorridos, ficou evidente a necessidade de uma maior aproximação do Centro de Treinamento dos Cavaleiros com o Centro de Estudos e Pesquisas de Gotland, pois seus estudos são complementares entre si.
Assim, então, deu-se início à formação do Centro Sarmathiano de Artes, Estudos Sociais e Filosóficos, cuja sede seria em Ravena, mas com centros de treinamentos no interior do Reino. A Ordem dos Cavaleiros prepararia seus integrantes, que iniciavam como Escudeiros aos 14 anos. O Centro de Pesquisa, por sua vez, capacitaria seus integrantes na arte de pensar estratégias de organização do território, política, filosofia, história, geografia e economia. Para gerenciar o novo Centro, indicou-se o Grande Oficial Patrick de Magum, da Terra do Meio.
Jadson Porto
Sobre o autor

Jadson Porto: Possui graduação em Bacharelado e Licenciatura em Geografia pela Universidade Federal do Pará (1993), mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1998), doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (2002); Pós-Doutorado em Desenvolvimento Regional, pela Universidade Regional de Blumenau (2014): Pós-Doutorado em Geografia, pela Universidade de Coimbra (Portugal) (2015); Pós-Doutorado em Estudos Sociais, pela Universidad Nacional de la Patagonia Austral – Unidade Rio Gallegos (UNPA/UARG), Argentina (2017); Pós-Doutorado em Desenvolvimento Regional, pela UniversidadeFederal de Tocantins (2020); Pós-Doutorado em Planejamento Territorial, pela Universidade de Santiago de Compostela, Espanha (2025).
Pesquisador-Visitante do Instituto de Estudos e Desenvolvimento de Galícia, Universidade de Santiago de Compostela (Idega/USC).
Comenda Mérito Científico Galileu Galilei (Febacla, 2025).
Possui 8 títulos Doutor Honoris Causa (Febacla, 2026; Northern International University, 2026; CDMM/UG, 2026; CSAEFH, 2026; IINTAD, 2026). Comenda Grã-Cruz (SBEI, 2026).
Membro Titular da Academia de Letras José de Alencar, Cadeira 03 (Curitiba, Paraná, Brasil). Membro Titular da Academia Amapaense de Letras, Cadeira 17 (Macapá, Amapá, Brasil).
Coordenador do Núcleo de Estudos Regionais e Urbanos (Nesur/Unifap).
Atualmente é professor Titular da Universidade Federal do Amapá. Professor do Mestrado em Desenvolvimento Regional da Unifap.
Site: www.jadsonporto.blogspot.com.br
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: as Comendas: Baluarte da Literatura Nacional; Láurea Acadêmica Qualidade Ouro; Chanceler da Cultura Nacional e Ativista da Cultura Nacional ; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Benemérito Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult.; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Grão-Mestre das Artes; Mestre dos Saberes Luso-Brasileiro; pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, Grandes Escritores do Brasil.


O belíssimo texto de Jadson Porto pode ser delineado sob três aspectos:
A Fusão do Músculo com a Mente: O ponto alto da narrativa é a percepção do Príncipe de que a força militar (o Centro de Treinamento dos Cavaleiros) isolada não vence os desafios do novo milênio; ela precisa andar de mãos dadas com a intelectualidade (o Centro de Estudos e Pesquisas). É uma belíssima metáfora sobre governança e evolução social.
Worldbuilding Rico e Verossímil: O autor não apenas narra fatos, ele constrói o ambiente. Trazer detalhes geográficos (a ilha de 2.994 km²), climáticos (-14°C no inverno) e citar os grandes pensadores locais (Albert de Visby, Tjlenar, etc.) dá uma profundidade histórica que aproxima a crônica dos grandes clássicos da fantasia e da literatura épica.
A Transição de Eras: O texto captura com maestria a ansiedade e a esperança que acompanham a virada de um milênio (“o primeiro quartil”), mostrando que até mesmo sociedades milenares e sólidas precisam se reinventar para sobreviver aos ‘litígios intergeracionais’