A arte de palavrear
No soneto A arte de palavrear, Pietro Costa reflete sobre o ato de escrever como ferramenta para enfrentar abismos internos e cartografar os ermos da vida.
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No soneto A arte de palavrear, Pietro Costa reflete sobre o ato de escrever como ferramenta para enfrentar abismos internos e cartografar os ermos da vida.
Em Fan Girl, Jane Nash resgata as memórias esfumaçadas dos salões de jazz através do retrato melancólico e terno de uma antiga e brilhante dançarina
Um belíssimo e minimalista poema de Surendra Nagaraju que celebra a ousadia do deserto ao sonhar com nuvens densas e com o frescor da chuva.
Ao ver fotos antigas, um avô relembra o homem mais forte do mundo. Ele compartilha memórias e joga botão com o neto, que defende o herói do passado.
Entre memória, guerra e mitologia, Abdulla Issa percorre a história de uma cidade entre dois rios, onde literatura, identidade e esperança resistem ao tempo.
Uma estrela desejada é finalmente alcançada, mas sua luz se desfaz entre os dedos, deixando no céu uma ausência e, na mão, um vazio maior.
Na busca por Deus, o eu se dissolve até desaparecer, deixando apenas a paradoxal plenitude do vazio e uma experiência radical de transcendência.